segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A supertaça, muita alegria e 3 razões para preocupação

Refiro-me a 3 "penalties", todos a favor do FCP, que não foram assinalados.
Como a equipa ganhou, ninguém se queixa...
(5-1 seria melhor do que 2-1, mas o mais importante nem é isso: é que fomos objectivamente prejudicados - e, se calhar, vamos continuar a sê-lo!).

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PORTO CANAL

Sempre que, hoje, fiz "zapping" para o Porto Canal vi no ecrã caras conhecidas: à tarde a Sameiro, à noite a Balbina Mendes (ambas muito bem).
Pelo meio, porém, uma vereadora da cultura de uma Câmara nortenha, muito jovem, muito à vontade, que disse várias vezes "houveram"...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O futebol tem destas coisas...

Na pré-temporada o FCP ainda não tinha perdido e o Lyon ainda não tinha vencido.
O FCP jogou mais do que o suficiente para justificar a vitória, e não a alcançou e o OL merecia continuar como antes, mas foi de volta para casa com 3 pontos na bagagem...
O Porto perdeu porque não concretizou um sem número de oportunidades criadas e porque o OL aproveitou as únicas duas que teve - a segunda das quais logo depois de uma girândola final de substituições do seu adversário, que muito lhe facilitou o objectivo.
É óbvio que o jogo foi encarado pelo treinador do FCP apenas como um daqueles "jogos de preparação" em que todos os rapazes têm necessariamente de entrar em campo... mais para fins de "observação" do que de verdadeira "competição". Mas a competição não tarda.

Somos Porto

Claro que às 22.00 estive a ver o Porto Canal!
O primeiro "somos Porto" com o entrevistado Jorge Nuno Pinto da Costa no seu melhor. A dizer, por exemplo, que não trocava Hulk por Cristiano Ronaldo.
Eu também não!
CR joga quando integrado numa grande equipa (e se não, não!). De algum modo, é a equipa que faz Cristiano.
Hulk faz a equipa...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O FEST tem o seu lugar cimeiro entre os eventos que, ano a ano, animam Espinho.
Vemo-lo, antes de mais, como um meio esplêndido de continuar as tradições de uma história rica de expressão de valores humanos e de criatividade artística, renovando uma antiquíssima ligação à "7ª Arte", uma vez que teremos sido a terceira terra de Portugal a visionar um filme, certamente com o sentimento de participar num momento pioneiro e mágico.
E, ao longo das décadas seguintes, em que se vai construir uma estância de turismo de renome nacional e internacional, vários foram as salas e os espectáculos de cinema a fazer parte do seu desenvolvimento e poder de atracção.
O Festival Internacional de Cinema Jovem não é, com certeza, uma volta ao passado, antes promete, com a qualidade e o prestígio que se lhe reconhece, transportar para o futuro a magia eterna de uma arte a que Espinho se afeiçoou. Merece, assim, naturalmente, o encorajamento e o apoio de quem é responsável pelo pelouro da Cultura neste Concelho, ciente de que mais do que a dimensão geográfica estática de uma urbe pequena importa a sua superior e dinâmica dimensão cultural, que o FEST contribui para engrandecer e projectar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

EM ESPINHO - O CINQUENTENÁRIO DA GUERRA COLONIAL - 1961-2011

As comemorações do centenário da República, na cidade de Espinho, estenderam-se durante meses, a partir de Março de 2010, ao ritmo de duas a três iniciativas mensais.
Foi um esforço notável para as unidades do pelouro da Cultura, todas muito sub-dimensionadas quantitativamente... Tenho de o reconhecer e, por isso, em 2011, não me atreveria a exigir outro tanto para uma efeméride, que obviamente constitui ocasião imperdível de olhar o passado e de reflectir sobre uma realidade que nos marcou decisivamente, condicionando a revolução de Abril e, com ela, o nascimento de novos Estados lusófonos.
Falo da guerra colonial, como é evidente.
O repto foi-me lançado por um ilustre membro da Assembleia - o Deputado Municipal Jorge Pina.
Como dar-lhe uma resposta condigna, sem sacrificar excessivamente os serviços?
Encontrámos uma solução fácil e pragmática - a rentabilização de um espaço e de uma parceria, que estão perfeitamente disponíveis para colaborar e podem suprir as nossas referidas dificuldades: a Calendário, que tem a seu cargo a organização da"Feira", possui o "know how", os contactos pessoais, os meios necessários e aceitou prontamente a nossa sugestão de convidar especialistas e autores de livros sobre esta temática, para a apresentação das suas obras, ou participação em Colóquios - a decorrer, ali mesmo, no acolhedor recanto da "Alameda", um "open space" devidamente protegido das nortadas de verão. (eu sei que temos agora uma belíssima Biblioteca Municipal, mas a verdade é que no verão, com as férias do pessoal, é extremamente complicado mantê-la em intenso funcionamento para estas finalidades...).
Eis a primeira proposta (ainda sujeita a alterações e adendas) para a realização dedebates sobre a Guerra Colonial:

16/7 – “ Dias de Coragem e Amizade” – 21h30 horas – Nuno Tiago Pinto
27/7 – “ Lá Longe Onde o Sol Castiga Mais – a guerra colonial contada aos mais novos” – 15 horas - Jorge Ribeiro
5/8 – “A Guerra Colonial e o 25 de Abril” – CoronelDavid Martelo

27/8 – A coluna do lago Niassa
(obra coordenada pelo Coronel Jacinto, a apresentar um precioso inédito sobre a guerra de 1916/ 18 em Moçambique, as memórias do Alferes Jacinto, que foram editadas pela Câmara Municipal de Espinho, no quadro do centenário da Republica).

Nessa data, o debate alargar-se-a à história das guerras em Moçambique, ao longo de um século Moçambique, será moderado pelo Mestre Teixeira Lopes, e terá como um dos intervenientes o Coronel Jacinto, ele próprio, como seu Avô combatente nesses mesmos territórios.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

CINQUENTENÁRIO DA GUERRA COLONIAL - 1961-2011

- Colóquios sobre a Guerra Colonial:

* Associação 25 de Abril – com a presença do Coronel David Martelo.

* Associação de Deficientes das Forças Armadas – 16/7 – às 21h30 – Com a participação de Abel Fortuna e apresentação do Livro “Dias de Coragem e Amizade”.

* Miguel Urbano Rodrigues – “A Guerra Colonial e os Movimentos de Libertação”

– Guerra em Moçambique 1916-18” - apresentação do livro sobre o“Alferes Jacinto, seguida de debete. Moderador Mestre Teixeira Lopes.
Participação do Coronel Jacinto, coordenador da edição das memórias de seu Avô