Júlio Lemos era um portista com quem eu gostava de falar do nosso Porto.
Durante anos ele foi Presidente da Casa do FCP em Espinho, um excelente dirigente, um entusiasta, sempre confiante na vitória, mas também um analista rigoroso, um grande conhecedor de futebol (com a experiência vivida de quem envergou a camisola azul e branca!).
E era alegre, comunicativo, dinâmico, sabia fazer equipa, sabia fazer amigos.
Passa hoje um ano sobre a sua partida do nosso convívio. E hoje o Porto venceu o Málaga.
Por isso, ligo, naturalmente, mais este êxito do nosso clube à sua memória.
Recordar tempos idos... Falar do presente, também. E até, de quando em vez, arriscar vatícínios. Em vários domínios e não só no da política...
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Grandola, Vila Morena...
Um belíssimo hino à liberdade.
Não admira que volte, de novo, a anunciar a necessidade de mudança.
Emocionante ouvi-lo cantado por espanhóis, em perfeito português. E bem cantado, o que já se não pode dizer dos que por cá o usam em protesto. Salva-se a intenção...
Não admira que volte, de novo, a anunciar a necessidade de mudança.
Emocionante ouvi-lo cantado por espanhóis, em perfeito português. E bem cantado, o que já se não pode dizer dos que por cá o usam em protesto. Salva-se a intenção...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Rever a Lei da Paridade é preciso!
Assim manda o artº 8 da própria Lei Orgânica nº 3/2006:
"Decorridos 5 anos sobre a entrada em vigor da presente Lei, a Assembleia da República avalia o seu impacte na promoção da paridade entre homens e mulheres e procede a sua revisão de acordo com essa avaliação".
Já lá vão 6, quase 7 anos. As autárquicas são agora ,em 2013 - e se há correcções a fazer para melhor cumprir os objectivos da legislação é, certamente a este nível.
Será que o legislador anda distraído?
Foi a pergunta que fiz no recente encontro das "Mulheres em Movimento" no Porto
.
Assim manda o artº 8 da própria Lei Orgânica nº 3/2006:
"Decorridos 5 anos sobre a entrada em vigor da presente Lei, a Assembleia da República avalia o seu impacte na promoção da paridade entre homens e mulheres e procede a sua revisão de acordo com essa avaliação".
Já lá vão 6, quase 7 anos. As autárquicas são agora ,em 2013 - e se há correcções a fazer para melhor cumprir os objectivos da legislação é, certamente a este nível.
Será que o legislador anda distraído?
Foi a pergunta que fiz no recente encontro das "Mulheres em Movimento" no Porto
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Chefe de Família!
Fiquei surpreendida ao ouvir AJ Seguro dizer numa entrevista, há poucos minutos, que é "um chefe de família"...
O que quer ele significar com isso?
Os chefes de família estão abolidos pela Constituição, que consagra a igualdade dos sexos. Desde 1976...
Homem de família...Pater familias... Marido e Pai ... Isso é! Até acredito que seja um "bonus pater familias". Mas "chefe" não, por favor!
Definitivamente "ancien régime"...
O que quer ele significar com isso?
Os chefes de família estão abolidos pela Constituição, que consagra a igualdade dos sexos. Desde 1976...
Homem de família...Pater familias... Marido e Pai ... Isso é! Até acredito que seja um "bonus pater familias". Mas "chefe" não, por favor!
Definitivamente "ancien régime"...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
RTP A Praça do nosso descontentamento
São falaciosos os argumentos com que os actuais responsáveis da RTP tentam justificar a "conquista" da Praça da Alegria pelos estúdios de Lisboa.
Argumento de custos (esta produção nos estúdios do norte dava lucro...).
Argumento de qualidade do programa - o "cinzentismo" de que fala um senhor director na revista Nova Gente (programas como a "Praça" e "O Portugal no Coração" são criações do Porto, são "marcas" de prestígio, cobiçadas justamente pelo sucesso alcançado, pois, se assim não fosse, Lisboa ocupava o seu espaço com formatos e nomes novos e originais...).
Nada disto soa bem.... A equipa do Centro de Produção do Porto é excelente - e falo de toda a equipa, e não só dos seus rostos mais visíveis - os apresentadores, Jorge Gabriel e Sónia Araújo, que são incontestavelmente fantásticos profissionais e não perdem, antes pelo contrário, no confronto com os favoritos da administração lisboeta da RTP.
A única coisa que faz, realmente, sentido é a RTP querer avançar para cortes de pessoal e achar que é mais fácil e mais agradável executá-los lá longe, no Porto, do que na capital.
Acabo de ouvir, noutro canal televisivo, a notícia de despedimentos em massa. na tv pública, com forte incidência no Porto.
Se isso se confirmar, fica tudo mais claro: é mesmo a destruição do centro de produção norte que se quer iniciar. A transferência da RTP2 para o Monte da Virgem (simples paliativo!) não contrariará essa intenção larvada.
A ver vamos...
Argumento de custos (esta produção nos estúdios do norte dava lucro...).
Argumento de qualidade do programa - o "cinzentismo" de que fala um senhor director na revista Nova Gente (programas como a "Praça" e "O Portugal no Coração" são criações do Porto, são "marcas" de prestígio, cobiçadas justamente pelo sucesso alcançado, pois, se assim não fosse, Lisboa ocupava o seu espaço com formatos e nomes novos e originais...).
Nada disto soa bem.... A equipa do Centro de Produção do Porto é excelente - e falo de toda a equipa, e não só dos seus rostos mais visíveis - os apresentadores, Jorge Gabriel e Sónia Araújo, que são incontestavelmente fantásticos profissionais e não perdem, antes pelo contrário, no confronto com os favoritos da administração lisboeta da RTP.
A única coisa que faz, realmente, sentido é a RTP querer avançar para cortes de pessoal e achar que é mais fácil e mais agradável executá-los lá longe, no Porto, do que na capital.
Acabo de ouvir, noutro canal televisivo, a notícia de despedimentos em massa. na tv pública, com forte incidência no Porto.
Se isso se confirmar, fica tudo mais claro: é mesmo a destruição do centro de produção norte que se quer iniciar. A transferência da RTP2 para o Monte da Virgem (simples paliativo!) não contrariará essa intenção larvada.
A ver vamos...
domingo, 20 de janeiro de 2013
2013 - Ano sem compras
Não há alternativa. Ao assalto fiscal ao IRS só há uma resposta: cortar no IVA.
Em 2013 vou eliminar todas as compras que não sejam absolutamente indispensáveis.
Neste primeiros 20 dias de Janeiro cumpri à risca. Nem sequer um euro gastei em saldos atraentes.
Aposto que vou continuar assim, dia após dia, movida pela indignação contra " Gaspar, Moedas and company".
Depois, ficam os incautos governantes muito surpresos com os níveis de poupança dos portugueses... Com o meu, podem contar.
Em 2013 vou eliminar todas as compras que não sejam absolutamente indispensáveis.
Neste primeiros 20 dias de Janeiro cumpri à risca. Nem sequer um euro gastei em saldos atraentes.
Aposto que vou continuar assim, dia após dia, movida pela indignação contra " Gaspar, Moedas and company".
Depois, ficam os incautos governantes muito surpresos com os níveis de poupança dos portugueses... Com o meu, podem contar.
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